No meio de graves crises e momentos difíceis que atentam contra a identidade e soberania de Portugal, os políticos anti-nacionais vão seguramente trazer para a agenda política nos tempos próximos três temas fracturantes e agravantes da nossa situação política e social: adopção de crianças pelos chamados “casais” homossexuais, Eutanásia e Regionalização. A todos eles, digo não! É não, não e não! Todos eles vetaria sem quaisquer concessões.
Não à adopção de crianças por essa gente; porque não aceito que uma criança tenha que dizer que o pai se chama João e a “mãe” se chama Rui… Não aceito que se destruam os conceitos e valores naturais de uma sociedade. Quero combater frontalmente a ditadura do relativismo.
Não à Eutanásia; porque sei que abrir uma porta num tema como este, invocando-se argumentos aceitáveis e que reflectem verdadeiros dramas humanos, vai escancarar mais portas para autênticos atentados contra a vida e a sua dignidade. Começa-se por falar “inocentemente” no “direito” ao suicídio assistido e um dia chegar-se-á ao “suicídio” obrigatório… Um dia será o próprio poder político a impor eutanásias com argumentos económicos. Serão eles a impor o “encerramento” de vidas, como o fazem hoje com o interior de Portugal, com escolas, hospitais e outros serviços. Quero promover a vida e a sua dignidade e combater a cultura de morte.
Não à Regionalização; que serve para fragilizar mais ainda a nossa soberania, com divisionismos fomentados ou aproximações à Espanha dominadora e, também, para fragilizar mais a economia, através do aumento do saque ao erário público com a criação de mais e mais tachos. Quero promover a identidade e soberania de Portuagal e combater tudo o que as enfraqueça.



