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	<title>José Pinto-Coelho para Presidente de Portugal</title>
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	<description>Candidiatura de José Pinto-Coelho às Eleições Presidenciais 2011</description>
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		<title>Morrer na Praia &#124; A candidatura que não se concretizou</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 01:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atingido o final do prazo de formalização da candidatura às “Presidenciais 2011”, venho agora anunciar que não consegui reunir as 7.500 proposituras necessárias. Estão, neste momento, contabilizadas 5.878 proposituras, além de umas outras escassas dezenas ainda por recolher e por isso não contabilizadas. Assim, após meses de intenso esforço por parte de um punhado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atingido o final do prazo de formalização da candidatura às “Presidenciais 2011”, venho agora anunciar que não consegui reunir as 7.500 proposituras necessárias.</p>
<p>Estão, neste momento, <strong>contabilizadas 5.878 proposituras</strong>, além de umas outras escassas dezenas ainda por recolher e por isso não contabilizadas.<span id="more-118"></span></p>
<p>Assim, após meses de intenso esforço por parte de um punhado de pessoas que, sem meios nem estrutura se moveram por pura convicção, posso dizer que chegámos ao fim de um caminho com o sentimento de um sonho adiado. <strong>Fomos “morrer na praia!”</strong></p>
<p>Quando anunciei a minha candidatura, sabia bem da dificuldade de tão dura meta e da possibilidade de não a alcançar. Contudo, depois de reflectir, entendi ser meu dever avançar e propor aos portugueses uma verdadeira alternativa ao “mais do mesmo” apresentado pelos cinco candidatos que se perfilam para as eleições.</p>
<p>Agora, chegados ao fim de uma luta fracassada, não posso deixar de apontar o dedo acusador à comunicação social, importante tentáculo do sistema nauseabundo que nos domina.</p>
<p><strong>Nunca tive direito a uma só linha num jornal ou um segundo num telejornal! Nunca me foi concedida uma entrevista ou questionada uma posição sobre algum tema. Nunca foi feita a cobertura nem noticiada alguma acção de pré-campanha e recolha de assinaturas. Não fui convocado para os debates que estão de momento a ocorrer. Nada!</strong></p>
<p><strong>Não fora essa situação de discriminação e a formalização da minha candidatura</strong> &#8211; posso agora afirmá-lo com segurança – <strong>seria uma certeza</strong>.</p>
<p>Não falem, por isso, em liberdade de expressão ou igualdade de tratamento! A comunicação social promoveu os todos os candidatos do sistema e apadrinhou-os, mas a mim, incómodo, ao invés, votou ao total silêncio.</p>
<p>A comunicação social – e especialmente o serviço público – longe de servir os portugueses, está dominada por lóbis e limita-se a servir interesses, obedecendo às directivas do regime podre que nos afunda. <strong>Uma vergonha!</strong></p>
<p>José Pinto-Coelho<br />
22 de Dezembro de 2010</p>
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		<title>Soberania e justiça social não se negoceiam!</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 01:45:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De mentira em mentira, omissão em omissão, ilusão em ilusão, os portugueses já perceberam que estamos de facto num estado de falência e iminente colapso; sem saída ou solução palpável. É tempo, pois, de não permitirmos que nos continuem a enganar e a ocultar as consequências reais e graves das decisões políticas erradas que, sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De mentira em mentira, omissão em omissão, ilusão em ilusão, os portugueses já perceberam que estamos de facto num estado de falência e iminente colapso; sem saída ou solução palpável. <span id="more-116"></span>É tempo, pois, de não permitirmos que nos continuem a enganar e a ocultar as consequências reais e graves das decisões políticas erradas que, sem estratégia nem objectivos definidos, não passam de soluções de remendo desesperado num permanente navegar à vista. Constitui um crime de lesa-Pátria a teimosia irresponsável de se adoptarem políticas anti-nacionais, de matriz economicista e capitalista, que tudo justificam.</p>
<p>Só mesmo uma péssima gestão com erradas opções, clientelismo, poder dos lóbis e corrupção, explicam que tenhamos chegado a este estado de coma nacional. Mas pior que isso, é a inércia ou apatia que toleram que os mesmos responsáveis pelo descalabro continuem ao leme do barco que mete água por todos os lados.</p>
<p>Basta-nos olhar à volta e logo somos inundados com exemplos de má gestão, erradas prioridades e imoralidades que, de tão variadas, vão de situações como o do buraco de 10 mil milhões de euros no sector dos transportes públicos; ou a nomeação incontinente para cargos públicos que, só nesta legislatura, já atinge a cifra de quase 1.500, numa época em que se exigem cada vez mais sacrifícios aos portugueses; ou até dos gastos escandalosos de 10 milhões de euros do erário público, destinados à comemoração do centenário de um crime nacional – a 1ª República; ou ainda, até à avultada despesa com a cimeira da Nato a decorrer no próximo fim-de-semana, a cuja Organização paga o estado português uma renda anual de 400 mil euros para manter cá o Comando de Oeiras.</p>
<p>O despesismo crónico e enraizado, sem freio, já não esconde a fingida intenção de se cortar na despesa pública, nem a falta de vergonha patente que já não consegue ocultar a busca desesperada de soluções (falsas) que recorre ao saque às famílias e aos trabalhadores, ou à expectativa de que a mão estendida ao exterior nos traga alguma “ajuda”.</p>
<p>Não se pode solucionar um mal com outro semelhante ou pior ainda. Não se pode aliviar o peso da crise e da dívida externa, momentaneamente, criando uma dependência a um outro Estado. Temem o FMI, mas não hesitam em enfeudar-se à China…</p>
<p>Se tal dependência já não seria aceitável face a Espanha ou outra nação europeia, nem tampouco à UE, logo, por maioria de razão, muito menos perante o gigante da China.</p>
<p>Não nos basta já a invasão do comércio chinês que não paga impostos e faz concorrência desleal aos portugueses na nossa própria casa? Não nos basta o dano que isso traz ao comércio tradicional e ao emprego? Então querem os nossos governantes tornar-se ainda mais dependentes das imposições da China?</p>
<p>Falam na compra de parte da vida dívida externa portuguesa pela China e na sensação de alívio a curto prazo, mas omitem intencionalmente, mais uma vez, as contrapartidas criminosas que estão na mesa das negociações. Ou será que alguma nação ajuda outra com espírito altruísta?</p>
<p>De facto, o que faz o poder do dinheiro… Faz até com que estes senhores fechem na gaveta as suas teorias cínicas de direitos humanos, e estreitem laços com um país onde não há quaisquer regalias sociais e onde grassa o trabalho infantil e o trabalho escravo.</p>
<p>Essa não é claramente a posição nacionalista. Nós defendemos a soberania portuguesa sem concessões. Defendemos o mercado livre, sim, mas controlado e vigiado, impedindo a proliferação e impunidade das injustiças sociais. Defendemos um Estado que impeça a fuga dos centros de decisão e dos recursos estratégicos da esfera da Nação para mãos privadas e muito menos estrangeiras; um Estado que garanta a produção nacional, que incentive ao consumo do produto nacional e implemente medidas proteccionistas; um Estado que se preocupe com o bem-estar das famílias e combata o flagelo do desemprego através da criação de trabalho; que estanque a sangria da fuga de portugueses numa emigração sem precedente por sentirem que Portugal é hoje uma Mãe que não protege os seus Filhos.</p>
<p>Enfim, um Estado que se bata pela maior independência possível, pela qualidade de vida dos portugueses, pela justiça social e pelo progresso do país. Um Estado Nacional e Social!</p>
<p>Não estamos dispostos a abdicar mais da nossa soberania a troco de ilusões! Não queremos embarcar nessas “chinesices”!</p>
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		<title>Entrevista de José Pinto-Coelho ao jornal O Diabo</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 23:22:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrevista concedida por  José Pinto Coelho ao jornal O Diabo de 26 de Outubro de 2010. 1- José Pinto Coelho, você acabou por ser a «única carta fora do baralho». Por outras palavras, é o único candidato que se apresenta «à direita» de Cavaco e Silva, fora da área do ‘arco constitucional’. Era esta a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista concedida por  José Pinto Coelho ao jornal <em>O Diabo</em> de 26 de Outubro de 2010.<span id="more-113"></span></p>
<p><strong>1- José Pinto Coelho, você acabou por ser a «única carta fora do baralho». Por outras palavras, é o único candidato que se apresenta «à direita» de Cavaco e Silva, fora da área do ‘arco constitucional’. Era esta a situação que perspectivava quando decidiu iniciar o processo da sua candidatura à Presidência da República?</strong></p>
<p>As razões da minha candidatura prendem-se com a necessidade que senti de me apresentar como única alternativa aos candidatos do sistema. Com uma visão diferente deles e radicalmente oposta.<br />
Não me considero um candidato “fora do arco constitucional”, na medida em que cumpro as “regras do jogo”. Fora do sistema, sim. Contra o sistema, sem dúvida.<br />
Foi um risco assumido, depois de reflectir e me aconselhar.<br />
Naturalmente que previ os vários cenários possíveis. E entre eles o do bloqueio mediático e consequente asfixia da concretização da candidatura. Mas tal hipótese não me impediria de arriscar.<br />
A verdade é que a minha candidatura tem passado ao lado dos portugueses, verificando-se o cenário mais pessimista. Ninguém, ou quase ninguém sabe dela. Mas a comunicação social, essa, sabe-o bem e ignora-a intencionalmente. É uma vergonha! De facto, este regime, sujo até à medula, está a desempenhar bem o seu papel habitual, que consiste em iludir os ingénuos, vendendo-lhes a ideia de que há liberdade e igualdade de direitos e oportunidades, mas na verdade, pratica a pior e mais profunda censura: a dissimulada!<br />
Apresentam uma espécie de pluralismo, com vários candidatos, mas só os que lhes convém. Eu, que sou incómodo, devo ser silenciado e desprezado. E como tenho manifesta falta de meios financeiros e logísticos para contornar o bloqueio, o resultado é o ostracismo quase completo.</p>
<p><strong>2. Que razões particulares e políticas o levaram a tomar a decisão de se candidatar, que, entretanto sabemos ter sido inteiramente pessoal?</strong></p>
<p>Uma candidatura Presidencial é sempre inteiramente pessoal. Não vale a pena pensar-se o contrário.<br />
É-o a todos os níveis. O que sucede é que os partidos políticos apoiam alguma das candidaturas ou, inclusivamente, as promovem. Mas é sempre pessoal.<br />
Obviamente que essa característica “pessoal” assume contornos mais evidentes ou mais diluídos, consoante é mais “solitária” ou suportada e impulsionada pelo Sistema e por partidos com grandes máquinas.<br />
Isso sim, faz toda a diferença, e nesse sentido, a minha candidatura é de facto profundamente pessoal.<br />
As razões da minha candidatura não se separam entre particulares e políticas. Elas confundem-se e resumem-se nas palavras missão e combate: Por Portugal, e mais nada!<br />
Numa época em que a governação é exercida pelos piores inimigos históricos da nossa Pátria, os Portugueses têm o direito de eleger um candidato nacionalista, católico e verdadeiramente suprapartidário — um candidato que represente o Portugal de sempre contra os desertores, os economicistas, os videirinhos, e que entenda o corpo histórico, territorial e humano da Pátria como sagrado. Numa época de mundialismo sem freio, é preciso sentir em português o que não é de sentir senão em português, e pensar em português o que só em português pode e deve ser pensado.</p>
<p>O objectivo que deve animar os nacionalistas é o de responder à afundação da nacionalidade mediante uma segunda fundação da mesma e libertar Portugal da pior ralé de governantes que lhe tocou em azar. E nesse contexto, todas as formas de luta têm que ser aproveitadas e tentadas.</p>
<p><strong>3. A sua candidatura é assumidamente nacionalista. Trata-se de uma área política relativamente nova. Está a sentir uma resposta positiva por parte dos eleitores? Como estão as suas expectativas quanto á Campanha, neste momento?</strong></p>
<p>A minha candidatura é assumidamente nacionalista, como eu o sou e como toda a minha intervenção política.<br />
É de facto uma área política relativamente nova no espectro político nacional. Uma área impensável há 10 anos atrás. Os nacionalistas foram profundamente estigmatizados e perseguidos aos mais diversos níveis desde o 25 de Abril. Esse ambiente mantém-se e se algo está de facto diferente, isso deve-se justamente ao nosso combate.<br />
O nacionalismo, devido sobretudo a diversas razões alheias a nós mas não só, está muito mal visto e representa um anátema para muitos portugueses, conveniente ao Sistema, que não se cansa de o estimular como auto-defesa.<br />
A verdade é que a visão nacionalista não só não é assustadora, como é a melhor solução para Portugal e vai ao encontro do que muitos portugueses – cada vez mais – pensam e sentem. Não fora a desinformação a que estão sujeitos e a nossa falta de recursos e não duvido que o nacionalismo passasse a ter um peso considerável na nossa política. Seja como for, de forma lenta e dura, a verdade é que a proposta nacionalista tem vindo a conquistar terreno, com muito esforço e a tornar-se presente da vida política. Aliás, basta perceber-se que esta candidatura, quer se concretize ou não, teria sido impossível de se equacionar nas últimas Presidenciais. Isso já quer dizer qualquer coisa…<br />
Os eleitores, gradualmente vão dando resposta positiva. Lenta e a medo, mas vai-se sentido. Ainda há uma grande tentação do voto útil contra o que se classifica de mal maior. Mas claro está que discordo absolutamente dessa visão.<br />
Fora isso há um medo efectivo que se instalou nas pessoas. As pessoas têm mesmo muito medo de se associar à minha candidatura e dizem-no com clareza: o emprego, as represálias, os vizinhos…<br />
A campanha de recolha de assinaturas tem sido de facto muito dura, quer por falta de conhecimento por parte das pessoas, quer por medo que leva a que muitos que, manifestando vontade de votar em mim, temam dar o nome. Mas até ao prazo da entrega da documentação no Tribunal Constitucional há que tentar sem esmorecer. Temos mais de um mês para um esforço final.<br />
Lembro que nas passadas eleições houve um candidato que só conseguiu a sua formalização no limite.</p>
<p><strong>4. O José Pinto Coelho é um líder partidário. Preside ao PNR há mais de cinco anos. Essa «condição partidária» não é um entrave para ninguém se candidatar, como sabemos. No entanto o PNR tem ainda uma expressão muito reduzida. Como pensa ser possível ultrapassar a distância que ainda o separa do eleitorado nacional?</strong></p>
<p>O PNR ainda tem uma expressão muito reduzida, mas eu tenho a profunda convicção de que muitos portugueses, mesmo muitos, comungam do essencial dos nossos pontos de vista. Simplesmente, ou não nos conhecem, ou conhecem de forma gravemente distorcida.<br />
Eu só conheço uma fórmula para encurtar a distância que separa o único partido que é verdadeira alternativa, do eleitorado: lutar sem desistir.<br />
Isto pode parecer estranho de afirmar, mas é a mais pura verdade. As pessoas lutam por algo que lhes traga vantagens ou dividendos a uma distância razoável. Mas lutar por incertezas quando temos que dar mesmo muito de nós mesmos, sem quaisquer contrapartidas que não a consciência do dever a ser cumprido, é que é muito difícil.<br />
E a área nacionalista em Portugal, ao longo destas quase quatro décadas, entre mil projectos e realizações, nunca antes tinha mantido e feito crescer um partido, durante 10 anos.<br />
A tenacidade e constância, darão os seus frutos, mais dia, menos dia. Não vejo outra forma neste cenário em que nos faltam meios e sobram dificuldades.<br />
Dizem os filósofos que, a primeira perfeição é a própria existência. Essa, nós temo-la e não a devemos a ninguém, nem a favores. Nesse aspecto somos tão livres que nada nem ninguém nos pode alcançar.<br />
Assim, conjugando a existência livre e a determinação sem tréguas, apenas nos falta, pacientemente, percorrer a distância que nos separa das pessoas.</p>
<p><strong>5. Quem espera mobilizar fundamentalmente para o apoio à sua candidatura? A quem se dirigem os «Nacionalistas?»</strong></p>
<p>Essa questão é complexa porque não tem uma previsibilidade racional ou espectável com uma certa segurança. Há uma série de pequenos-grandes factores que despoletam toda uma dinâmica ou a falta dela.<br />
A sua visibilidade ou falta dela iria configurar um cenário muito distinto. E naturalmente o Sistema, através do silenciamento mediático, acabou por fazer o seu trabalho de casa.<br />
Já imaginou a diferença que faria se a minha candidatura fosse conhecida e a mensagem passada para o público? Já imaginou como tudo seria diferente se fruto dela os apoios começassem a surgir?<br />
Por isso, tudo é relativo e variável, excepto as causas que defendo e a minha determinação.<br />
Naturalmente que no cenário ideal, de igualdade de circunstâncias para os candidatos, a mensagem nacionalista seria dirigida a todos os portugueses de boa vontade e que queiram cortar com este estado de coisas caótico. Esta é a mensagem que farei passar em tempos de antena, entrevistas e debates se a candidatura se formalizar.</p>
<p><strong>6. As causas da Vida e a denúncia do «Casamento gay» têm merecido a sua adesão e defesa combativa. Entretanto, com cinco filhos, o José faz parte da Associação das Famílias Numerosas. Que intenções tem quanto a esse domínio das «causas directas» no quadro da sua campanha e, se quiser, como as consideraria também no quadro de uma eventual presidência da República?</strong></p>
<p>As “causas directas”, mais não são do que consequências coincidentes daquilo que defendo. Empenho-me de igual modo no combate pelas “bandeiras” que me possam afectar directamente e naquele de “bandeiras” que não me afectem, porque me bato por convicções e princípios.<br />
As causas da Pátria, da Vida e da Família, orientam a minha luta, mas também as da Justiça Social e muitas outras.<br />
As minhas intenções são sempre as da luta pelo que defendo e contra o que agride esses princípios.<br />
Nesse particular, da defesa da Vida e da Família, considerando-as como Valores supremos, jamais entraria em diálogos ou cedências como se de negócios se tratassem. No quadro de uma eventual Presidência, jamais aporia a minha assinatura numa aberração contra a natureza humana, como é o caso dessa lei do chamado “casamento” entre pessoas do mesmo sexo.</p>
<p><strong>7. No Site da sua campanha refere, nos «10 Pontos Cardiais», uma «dinâmica social de sentido aristocratizante, tão ampla quanto possível, com vista a criar uma mentalidade colectiva de fundo aristocrático». O José Pinto Coelho é um conservador tradicional? Pode dar-nos uma ideia mais clara do que nos quis dizer ao incluir esse tópico?</strong></p>
<p>Essa questão tem gerado a dúvida por parte de muitas pessoas. É compreensível, já que foge ao habitual e ao que as pessoas ouvem ou sobre que reflectem.<br />
Eu não me considero conservador. Bem pelo contrário, pois não gosto do cheiro a mofo nem me sinto retrógrado.<br />
Sou tradicionalista; o que é bem diferente. Tradicionalista por considerar que as raízes e a cultura das pessoas, das famílias e das nações, são âncoras, pilares e valores fundamentais que norteiam o nosso destino e acção no presente. Amarrado a esses pressupostos basilares, defendo uma postura renovadora, vanguardista e até revolucionária na dinâmica de evolução da sociedade.<br />
Desejo que a sociedade avance, progrida e cresça. E tal só é possível com bases sólidas e raízes profundas que, reconhecendo o seu ADN e identidade, permita a elevação sustentada e contínua da sociedade.<br />
Para isso, cabe aos governantes e aos que têm alguma forma de influência, promover a elevação intelectual, espiritual e cultural das pessoas ao invés de promoverem a “pimbalhice”, mediocridade e espírito rasteiro e mesquinho, que é o que se verifica nos nossos dias.<br />
É neste sentido que quero que se promova um em todas as pessoas a possibilidade de aspirarem a “elite” (espiritual) e não à fatalidade de se tornarem um rebanho não pensante.</p>
<p><strong>8. Imaginemos que seria eleito e teria que assumir as funções presidenciais. Que atitudes políticas fundamentais adoptaria como tal, em função da Presidência da República tal como está constitucionalmente definida, perante a situação em que Portugal se encontra e vai encontrar nos próximos anos?</strong></p>
<p>Como se sabe, o Presidente da República não governa. Tem poderes importantes decisivos, mas muito restritos.<br />
Seja como for, sendo a primeira figura, está longe de ser um simples “corta fitas”…<br />
O Presidente tem uma capacidade de influenciar a sociedade e de ser um contra poder, única. O Presidente tem que emitir sinais claros, traçar caminhos e apontar metas. Tem que mobilizar os portugueses, motivá-los e influenciá-los.<br />
Assim estaria de facto a limitar as atrocidades levadas a cabo por esta classe política horrenda que temos.<br />
Como Presidente, teria posição firme e inequívoca face às múltiplas realidades. Teria uma agenda política afirmativa e combativa em temas tão fundamentais como a saúde, educação e economia, defendendo a propriedade e a iniciativa privada, sem cair nos excessos socialistas e nacionalizantes tão em voga, mas também sem impor o programa liberal, desregulado e antinacional.<br />
Travaria uma luta sem tréguas na defesa da Família e no combate ao gravíssimo problema da natalidade em Portugal e enfrentaria com determinação a questão da insegurança e criminalidade crescentes, bem como dos actos sórdidos de pedofilia ou de corrupção.<br />
Seria, enfim, um Chefe de Estado sem medo de assumir-se como nacionalista, e que considerando a Nação como um valor fundamental, denunciaria a Europa de Bruxelas e as «transferências» de soberania nacional e defenderia a necessidade de Portugal manter uma capacidade produtiva mínima, na agricultura, nas pescas, na indústria, para conseguir pelo menos produzir o que come.</p>
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		<title>O poder das Bestas</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 00:27:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O nosso pobre Portugal está entregue, há anos sem fim, aos mandos e desmandos de perfeitas Bestas. Estas Bestas, mais não têm feito do que destruir a Identidade e Soberania de Portugal. Há décadas de (des)governação, entre roubos, corrupção e políticas criminosas, as Bestas levaram-nos à banca rota e estado de eminente colapso. Estas Bestas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso pobre Portugal está entregue, há anos sem fim, aos mandos e desmandos de perfeitas Bestas.</p>
<p>Estas Bestas, mais não têm feito do que destruir a Identidade e Soberania de Portugal. Há décadas de (des)governação, entre roubos, corrupção e políticas criminosas, as Bestas levaram-nos à banca rota e estado de eminente colapso.<span id="more-111"></span></p>
<p>Estas Bestas herdaram um país cheio de reservas de oiro, com um crescimento económico invejável, sem dívida externa e conseguiram dar cabo de tudo, apesar dos rios de dinheiro que chegaram da UE por troca da nossa soberania. E as Bestas seguem impunes…</p>
<p>Tal como as Bestas dos seus avós &#8211; promotores e protagonistas da famigerada 1ª República – as actuais Bestas destruíram o nosso tecido produtivo, financeiro e económico, levando a Pátria à literal falência e inviabilidade.</p>
<p>As Bestas sentaram-se à mesa do banquete e sugaram tudo até ao tutano. Entre discursos vazios e hipócritas, sobre desenvolvimento e justiça social, as Bestas que nos dominam, comem tudo e não deixam nada…</p>
<p>Desbarataram o legado que nos deixou o “Grande Português”, gastaram o “seu” e o alheio e encurralaram-nos neste estado deplorável.</p>
<p>As Bestas, que ao longo de décadas, sentadas em todas as cadeiras do hemiciclo – desde a extrema-esquerda ao extremo-centro – aqueceram o lugar entre roubos e políticas de traição, deveriam era sentar-se rapidamente na barra do Tribunal, não chegando a aquecer o lugar – sinal de celeridade e eficácia da Justiça… &#8211; e irem de seguida pagar com juro e língua de palmo, tudo o que roubaram e deixaram roubar, até ao último tostão.</p>
<p>As Bestas, mais não têm feito que encher os seus bolsos e dos “amigos” que lhes possam vir a ser úteis e esvaziar os cofres da Nação.</p>
<p>As bestas criaram dois milhões de pobres entre os portugueses: pobreza declarada e envergonhada; pobreza entre reformados e desempregados; pobreza entre os que não têm acesso a oportunidades e pobreza até entre os que têm emprego mas não ganham como as Bestas.</p>
<p>As Bestas criaram um fosso entre ricos e pobres que atenta contra qualquer sociedade civilizada. As Bestas, agora fazem parte dos ricos…</p>
<p>As Bestas ofendem diariamente os portugueses com discursos de crise e sacrifícios, quando eles, além de se encherem alegremente, não dão um só modesto sinal de exemplo.</p>
<p>As Bestas ofendem diariamente os portugueses com mensagens e conselhos “práticos” de poupança, revelando uma total insensibilidade social perante quem, não tendo mais por onde cortar apenas lhe sobra dívidas, carências e uma terrível angústia de cada dia…</p>
<p>As Bestas são realmente umas Bestas; quadradas!</p>
<p>As Bestas, ao invés de promoverem a reanimação da economia, asfixiam-na por todos os lados, apertando o garrote no pescoço das Famílias. Estas Bestas que nos dominam só nos brindam com anúncios de agravamento de impostos, subidas de preços e cortes nos benefícios, direitos e garantias.</p>
<p>Eles, ao fazerem frete às outras Bestas a quem obedecem cegamente – os capitalistas e eurocratas de Bruxelas, insensíveis e monstruosos – atrofiam o país, secam o investimento, matam a economia. Sugam tudo até à exaustão, em lugar de estimularem a Produção, o Trabalho, o Emprego: motores de uma sã economia. São mesmo Bestas!</p>
<p>As Bestas comem rosbife e passeiam-se em carros de alta cilindrada. As Bestas têm reformas principescas sem as merecer. As Bestas, instaladas em todos os postos do Sistema, ganham ordenados de bradar aos céus: imorais e ofensivos. Bestas que são, entre almoçaradas e jantaradas nos melhores sítios, enchem aquelas bocas imundas de discursos de Justiça e Solidariedade. Tenham vergonha ao menos, suas Bestas!</p>
<p>Estas Bestas têm que ser corridas o quanto antes! Porque só nos fazem mal. Porque nada merecem. Porque são os culpados do estado de coisas a que chegámos e daquele, bem pior, que está para vir.</p>
<p>As Bestas sobrevivem e roubam animadamente porque muitas outras Bestas teimam em votar nelas. Essas outras inúmeras Bestas que insistem em procurar as soluções no esgoto onde se encontram os responsáveis pelo desastre nacional, são também co-responsáveis. A estas Bestas do voto teimoso no “mais do mesmo,” não lhes pode assistir sequer o direito de se queixarem do que quer que seja. Não o permitamos! Isso é ofensivo!</p>
<p>Essas grandes Bestas têm bem o que merecem!</p>
<p>Quanto aos outros, nós, vítimas da situação: até quando iremos permitir?!</p>
<p><span style="color: #888888;">José Pinto-Coelho | 18 de Outubro de 2010</span></p>
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		<title>Contra tudo e todos</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 18:24:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Vais ser candidato? Mas… não se fala de ti!”. &#8220;Tenho cinco assinaturas em casa, mas não enviei porque pensava que já não concorrias.” Estes são comentários reais, que ouvi apenas no espaço dos últimos dias. Embora &#8220;não pareça&#8221;, sim, sou candidato às &#8220;Presidenciais&#8221; de 2011! É verdade: no dia 10 de Junho, anunciei a intenção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Vais ser candidato? Mas… não se fala de ti!”.<br />
&#8220;Tenho cinco assinaturas em casa, mas não enviei porque pensava que já não concorrias.”<br />
Estes são comentários reais, que ouvi apenas no espaço dos últimos dias.<span id="more-108"></span></p>
<p>Embora &#8220;não pareça&#8221;, sim, sou candidato às &#8220;Presidenciais&#8221; de 2011! É verdade: no dia 10 de Junho, anunciei a intenção de me candidatar, mas o eco dado pela comunicação social foi mínimo. O serviço público, esse, nem uma notícia até hoje: um nojo!</p>
<p>É tarefa surrealista e mesmo estóica, a de se concorrer contra, ou pelo que quer que seja, neste estado de coisas em que a infâmia e injustiça são quem mais ordena.</p>
<p>Enquanto, por um lado, se estendem autênticas passadeiras aos candidatos do sistema, já para este outro &#8211; português como os outros, filho de Deus como os outros, preenchendo os requisitos legais como os outros &#8211; são-lhe sistematicamente negados os mais elementares direitos, apenas pelo “pecado” de ser Nacionalista e contra o sistema que nos domina.</p>
<p>E seria insuportável o argumento cínico de que não se fala na minha candidatura por não ter ainda as 7.500 assinaturas necessárias pois nenhum outro as tem, nem tão pouco formalizou a candidatura no Tribunal Constitucional. E no entanto, todos são levados ao colo pela comunicação social, desde a primeira hora, opinando constantemente sobre tudo e nada e sendo notícia habitual. Até chega a ser notícia de telejornal a recolha de assinaturas, na rua, por parte de um dos candidatos. Vi-a eu há escassos dias!</p>
<p>É o totalitarismo democrático no seu melhor. Uma vergonha!</p>
<p>De facto, este regime, sujo até à medula, está a desempenhar bem o seu papel habitual, que consiste em iludir os ingénuos, vendendo-lhes a ideia de que há liberdade e igualdade de direitos e oportunidades. Na verdade, pratica a pior e mais profunda das censuras: a dissimulada!</p>
<p>Assim, os ingénuos que ainda acreditam neste regime nauseabundo e nos seus protagonistas &#8211; e que por isso, em última análise, têm o que merecem – são os tais que comentam com ar meio infantil: “Pensava que já tinhas desistido… Nunca mais se ouviu dizer nada…”</p>
<p>Não! Não desisto: nunca! Poderei não vencer, mas tentarei até morrer! Desistir é trair; é perder sem lutar; é perder sem Glória nem Honra.</p>
<p>É justamente porque se desiste perante as inegáveis dificuldades e as inqualificáveis injustiças que os inimigos da Pátria nos dominam. E quanto mais gente desiste e mais vezes o faz, mais duro se torna o terreno de quem teima em nunca desistir daquilo em que acredita.</p>
<p>E eu não desisto… antes, resisto e insisto: por Portugal, e mais nada!</p>
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		<title>Linhas de Fogo &#8211; Manifesto de Cultura Lusíada para o Terceiro Milénio</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 21:14:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como portugueses verdadeiros, recusamos o pronto-a-pensar e a &#8220;cultura&#8221; oficial do regime. A Cultura nacional está na lama, tal como a economia, a sociedade e os valores. Urge denunciar este estado calamitoso da &#8220;cultura&#8221;. A batalha Cultural abre caminhos. Urge abri-los! Urge rasgar novos horizontes e erguer novas bandeiras. Urge uma Cultura verdadeiramente nacional. Apresentamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como portugueses verdadeiros, recusamos o pronto-a-pensar e a &#8220;cultura&#8221; oficial do regime.<br />
A Cultura nacional está na lama, tal como a economia, a sociedade e os valores. Urge denunciar este estado calamitoso da &#8220;cultura&#8221;.<span id="more-104"></span><br />
A batalha Cultural abre caminhos. Urge abri-los! Urge rasgar novos horizontes e erguer novas bandeiras. Urge uma Cultura verdadeiramente nacional.<br />
Apresentamos aqui a nossa visão da situação enlameada da actual &#8220;cultura&#8221;, através deste &#8220;Manifesto de Cultura Lusíada para o Terceiro Milénio &#8211; «Linhas de Fogo»&#8221;, da autoria de um grupo de seis nacionalistas.</p>
<p><a href="http://www.josepintocoelho.com/wp-content/uploads/2010/09/Linhas_de_Fogo.pdf"><img class="alignnone size-full wp-image-105" style="border: 0pt none;" title="PDF" src="http://www.josepintocoelho.com/wp-content/uploads/2010/09/pdf_icon_small.gif" alt="" width="25" height="19" /></a> <a href="http://www.josepintocoelho.com/wp-content/uploads/2010/09/Linhas_de_Fogo.pdf">Descarregar <em>Manifesto</em> em formato PDF</a></p>
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		<title>José Pinto-Coelho ao lado dos Polícias</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 21:11:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Candidato às Presidenciais, José Pinto-Coelho, marcará presença no protesto da PSP em frente ao Ministério da Administração Interna, no próximo dia 23. Para o Candidato, o desprezo e falta de consideração a que estão votados os Polícias por parte dos governantes, leva-o a marcar presença neste acto, solidarizando-se com a luta dos Agentes da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Candidato às Presidenciais, José Pinto-Coelho, marcará presença no protesto da PSP em frente ao Ministério da Administração Interna, no próximo dia 23.<span id="more-101"></span></p>
<p>Para o Candidato, o desprezo e falta de consideração a que estão votados os Polícias por parte dos governantes, leva-o a marcar presença neste acto, solidarizando-se com a luta dos Agentes da Lei.</p>
<p>José Pinto-Coelho defende o reforço dos meios humanos e materiais para a Polícia, a defesa dos seus direitos e justas remunerações dos agentes da lei, e a devolução da autoridade a esta profissão de risco e desgaste.</p>
<p>Urge inverter o actual paradigma onde se protegem e desculpabilizam sistematicamente os criminosos e, pelo contrário, se desprezam e prejudicam os Polícias.</p>
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		<title>Não, não e não!</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 22:01:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No meio de graves crises e momentos difíceis que atentam contra a identidade e soberania de Portugal, os políticos anti-nacionais vão seguramente trazer para a agenda política nos tempos próximos três temas fracturantes e agravantes da nossa situação política e social: adopção de crianças pelos chamados “casais” homossexuais, Eutanásia e Regionalização. A todos eles, digo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No meio de graves crises e momentos difíceis que atentam contra a identidade e soberania de Portugal, os políticos anti-nacionais vão seguramente trazer para a agenda política nos tempos próximos três temas fracturantes e agravantes da nossa situação política e social: adopção de crianças pelos chamados “casais” homossexuais, Eutanásia e Regionalização. A todos eles, digo não! É não, não e não! Todos eles vetaria sem quaisquer concessões.<span id="more-99"></span></p>
<p>Não à adopção de crianças por essa gente; porque não aceito que uma criança tenha que dizer que o pai se chama João e a “mãe” se chama Rui… Não aceito que se destruam os conceitos e valores naturais de uma sociedade. Quero combater frontalmente a ditadura do relativismo.</p>
<p>Não à Eutanásia; porque sei que abrir uma porta num tema como este, invocando-se argumentos aceitáveis e que reflectem verdadeiros dramas humanos, vai escancarar mais portas para autênticos atentados contra a vida e a sua dignidade. Começa-se por falar “inocentemente” no “direito” ao suicídio assistido e um dia chegar-se-á ao “suicídio” obrigatório… Um dia será o próprio poder político a impor eutanásias com argumentos económicos. Serão eles a impor o &#8220;encerramento&#8221; de vidas, como o fazem hoje com o interior de Portugal, com escolas, hospitais e outros serviços. Quero promover a vida e a sua dignidade e combater a cultura de morte.</p>
<p>Não à Regionalização; que serve para fragilizar mais ainda a nossa soberania, com divisionismos fomentados ou aproximações à Espanha dominadora e, também, para fragilizar mais a economia, através do aumento do saque ao erário público com a criação de mais e mais tachos. Quero promover a identidade e soberania de Portuagal e combater tudo o que as enfraqueça.</p>
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		<title>Discriminação no serviço público</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 21:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O candidato às Presidenciais 2011 José Pinto-Coelho lamenta profundamente que o serviço público de informação, RTP e RDP, pago com os nossos impostos, seja tão discriminatório no tratamento (neste caso, na falta dele) dado aos candidatos presidenciais. O dito serviço público teima em silenciar, maldosamente, uma candidatura anunciada no passado 10 de Junho. Para este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O candidato às Presidenciais 2011 José Pinto-Coelho lamenta profundamente que o serviço público de informação, RTP e RDP, pago com os nossos impostos, seja tão discriminatório no tratamento (neste caso, na falta dele) dado aos candidatos presidenciais.<span id="more-98"></span></p>
<p>O dito serviço público teima em silenciar, maldosamente, uma candidatura anunciada no passado 10 de Junho. Para este rico serviço, só os do sistema são candidatos. Tal atitude, reprovável, configura uma vergonhosa injustiça e discriminação.</p>
<p>Na verdade, não há igualdade de oportunidades, quando a figura e ideias de uns candidatos são objecto de sistemática divulgação, ao passo que outros se vêem impedidos de as divulgar.</p>
<p>Os Portugueses têm o direito de conhecer todas as candidaturas. É para isso que serve o serviço público, a Lei Eleitoral e a Constituição.</p>
<p>Para o candidato José Pinto-Coelho, este boicote constitui uma falta de respeito à sua candidatura e aos Portugueses, que têm o direito de ser informados.</p>
<p>Fica assim a nu a hipocrisia deste rico serviço, dito público, que não cumpre sequer os mais básicos princípios éticos e deontológicos. Saiu-nos, de facto, um rico serviço este, bastante expedito a dar voz a pedófilos e outros criminosos, mas sempre reservado na divulgação legítima de quem se recusa a partilhar o banquete nauseabundo.</p>
<p><em>(Lisboa, 15/09/2010)</em></p>
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		<title>Alguma Justiça</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 23:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o desfecho do Processo Casa Pia, que se arrastou escandalosamente por 6 anos, nas teias dos meandros processuais, técnico-jurídicos, podemos agora, finalmente, falar clara e abertamente em vítimas, sem a necessidade do termo “supostas” sempre colado; e também de pedófilos criminosos, e já não de arguidos “inocentes” até prova em contrário. Apesar de tudo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o desfecho do Processo Casa Pia, que se arrastou escandalosamente por 6 anos, nas teias dos meandros processuais, técnico-jurídicos, podemos agora, finalmente, falar clara e abertamente em vítimas, sem a necessidade do termo “supostas” sempre colado; e também de pedófilos criminosos, e já não de arguidos “inocentes” até prova em contrário.<span id="more-95"></span></p>
<p>Apesar de tudo, fez-se alguma justiça, já que o desfecho não foi assim tão mau, tal como seria de prever como cenário possível. Fez-se a justiça possível num processo tortuoso, condicionado e pressionado pelos poderes dos “grandes senhores”, maçonarias e afins. Processo este que ilustra bem o estado deplorável em que se encontra a Justiça em Portugal, que, refém e manietada por interesses obscuros se comporta como verdadeira injustiça.</p>
<p>Fica na mente dos portugueses, a nítida sensação de que no banco dos réus, muitos outros poderosos poderiam ter lá estado. Muitos que foram “salvos” pelo tráfico de influências e pela força dos tentáculos do polvo que tudo domina. As muitas pontas soltas e as perguntas sem resposta, as promessas no ar e as contradições, os adiamentos e as pressões, deixam perceber bem as sombras que envolveram todo este processo.</p>
<p>Como se explica. Por exemplo, que o Paulo Pedroso &#8211; retirado do processo depois de lá ter caído num momento de distracção do polvo – tenha processado os rapazes, vítimas da abjecta pedofilia, acusando-os de mentir e de integrarem uma cabala, e depois tenha perdido esses processos em todas as instâncias? Quem mentiu então?</p>
<p>Assiste-nos o direito de não sermos tolos. Temos o direito ao nosso juízo com base em evidências e em sólidos indícios, e desse modo percebermos que as seis condenações atingiram apenas a ponta mais desprotegida do icebergue. Percebemos que as alterações aos Códigos Penal e Processo penal, mais não têm sido do que encomendas á medida deste e de outros processos mediáticos que envolvem grandes tubarões do regime.</p>
<p>É um escândalo que uma pessoa, culpada dos crimes de que era acusada, possa sair em liberdade, não condenada, por via de questiúnculas legais, de prescrições ou leis à medida. Uma vergonha! E os condenados? Alguma vez irão cumprir pena efectiva? Ou, pelo contrário irão percorrer a senda dos recursos e dos truques jurídicos até à prescrição?</p>
<p>Mas como a vida não é só a preto e branco, mas, pelo contrário, tem uma vasta paleta de tons cinza, também não há só o muito bom e o muito mau, mas ainda outras classificações intermédias. É pois, nessa medida, que me congratulo, apesar de tudo, com o desfecho menos mau deste processo. Fez-se a justiça possível!</p>
<p>Fica demonstrado que, mesmo sob o domínio do polvo gigante, a vontade férrea, a coragem e a honestidade de uns quantos &#8211; entre eles a Jornalista Felícia Cabrita e o Juiz Rui Teixeira, vítima este, de perseguição na carreira, que é o preço da coerência &#8211; pode dar os seus frutos.</p>
<p>Que isso nos anime a continuar o combate!</p>
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