São muitos os Portugueses que se não revêem em qualquer dos candidatos às eleições presidenciais de 2011.
Refiro-me aos Portugueses que, sendo da chamada «esquerda democrática», não perderam ainda por completo o sentido nacional – e que portanto não podem seguir os candidatos já anunciados dessa área política.
E refiro-me também aos Portugueses que, considerando-se da direita «sociológica», recusam-se a sufragar o actual inquilino de Belém, que promulgou as leis do aborto e dos casamentos homossexuais.
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